
Você dita a evolução naturalmente; a inteligência artificial transcreve em tempo real, estrutura o texto e o posiciona nos campos do prontuário. O profissional revisa e assina — a IA nunca registra sozinha.
Sim. O que vale é o registro final revisado e assinado digitalmente pelo profissional, em conformidade com as normas do CFM — o ditado é só o meio de entrada.
Não. O ditado é natural, sem comandos decorados. A IA lida com pausas e correções ("aliás, troca para…") e remove vícios de fala do texto final.
Sim. O mesmo recurso está disponível no atendimento por vídeo — a evolução nasce durante a própria consulta.
Você corrige na revisão, como faria com um texto digitado — e o vocabulário clínico da ferramenta evolui continuamente. O registro só é assinado depois do seu OK.