A exposição à radiação ionizante refere-se ao contato com níveis de radiação capazes de ionizar átomos e moléculas no corpo, causando danos celulares e genéticos. Essa condição pode ocorrer por acidentes nucleares, uso inapropriado de materiais radioativos, procedimentos médicos, ou exposições ambientais. Os sintomas variam de leves, como cãibras, fadiga e náuseas, a graves, incluindo queimaduras, queda de cabelo, mutações genéticas e aumento do risco de câncer. O diagnóstico envolve avaliação clínica, história de exposição e exames de imagem ou laboratoriais. O tratamento é predominantemente de suporte, com quimioterapia ou transplante de medula em casos de danos hematopoiéticos e uso de medicamentos para aliviar sintomas. A prevenção envolve uso adequado de protocolos de segurança, monitoração de radiação e afastamento em incidentes, além do uso de equipamentos de proteção individual e treinamento adequado para trabalhadores de áreas radioativas.
