O código CID Q52.0 refere-se à ausência congênita da vagina, uma condição do desenvolvimento fetal em que a vagina não se forma completamente ou está ausente desde o nascimento. Essa anomalia faz parte das malformações do trato genital feminino e pode ocorrer isoladamente ou associada a outras anomalias genitais internas ou do sistema urogenital. As causas envolvem fatores genéticos e ambientais que interferem na formação embrionária durante o período fetal, especialmente entre as 8ª e 20ª semanas de gestação. Os sintomas incluem ausência perceptível da vagina, dificuldades na atividade sexual e potencial infertilidade. O diagnóstico é feito por exame clínico, ultrassonografia e exames de imagem como a ressonância magnética, além de avaliação ginecológica detalhada. Os tratamentos envolvem cirurgias reconstrutivas, como a criação de uma neovagina, além de aconselhamento psicológico. A prevenção é limitada, mas o acompanhamento genético e o diagnóstico precoce ajudam na gestão da condição e no suporte às pacientes.
