As malformações congênitas da medula espinhal representam anomalias presentes desde o nascimento que afetam a estrutura e o desenvolvimento dessa parte vital do sistema nervoso central. Essas condições podem variar desde pequenas irregularidades até alterações mais graves que comprometam funções motoras, sensoriais e autonômicas. Entre as causas principais estão fatores genéticos, exposições ambientais durante a gestação e alterações no desenvolvimento fetal. Os sinais podem incluir déficit motor, fraqueza muscular, alterações na sensibilidade ou disfunções urinárias e intestinais. O diagnóstico geralmente envolve exame clínico detalhado, ressonância magnética e outros exames de imagem. O tratamento pode envolver cirurgias corretivas, fisioterapia e acompanhamento multidisciplinar. A prevenção é complexa, mas medidas como acompanhamento pré-natal adequado e evitar exposições nocivas durante a gestação podem reduzir o risco dessas malformações.
