As convulsões do recém-nascido representam episódios de atividade elétrica cerebral descontrolada nessa faixa etária, que podem ser causadas por fatores como hipóxia, infecções, alterações metabólicas, hemorragias ou malformações cerebrais. Esses episódios se manifestam por movimentos involuntários, alterações no tônus muscular, apneia ou mudanças nos sinais vitais. O diagnóstico é baseado na observação clínica e na utilização de eletroencefalograma (EEG), além de exames de imagem e análises laboratoriais. O tratamento envolve o uso de medicamentos antiepilépticos específicos para a criança, suporte ventilatório se necessário e tratamento da causa subjacente. A prevenção inclui cuidados adequados durante o parto, vigilância neonatal, controle de infecções e monitoramento do metabolismo neonatal, buscando reduzir a incidência e as sequelas neurológicas decorrentes dessas convulsões.
