A perda sangüínea fetal refere-se à expulsão ou sangramento que ocorre durante a gravidez, indicando risco de aborto ou parto prematuro. Essa condição pode ser causada por fatores como anomalias uterinas, infecções, hipertensão materna, doenças autoimunes ou trauma. Os sintomas incluem sangramento vaginal, dor abdominal e cólicas, podendo variar de leve a intensa. O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, ultrassonografia e exames laboratoriais para identificar a causa e monitorar o bem-estar fetal. Os tratamentos envolvem repouso, controle da condição de saúde da mãe e, em casos necessários, procedimentos médicos ou cirúrgicos para evitar complicações mais graves. A prevenção inclui o acompanhamento pré-natal adequado, controle de infecções e manejo de doenças crônicas, contribuindo para reduzir riscos de perda fetal e garantir a saúde da mãe e do bebê.
