A leucemia monocítica, classificada como uma forma de neoplasia hematológica, caracteriza-se pelo crescimento excessivo de leucócitos monocíticos no sangue e na medula óssea. Essas células anormais, que normalmente participam da resposta imunológica, proliferam de forma desregulada devido a alterações genéticas. Os sintomas incluem fadiga, perda de peso, febre recorrente, sudorese, aumento do risco de infecções e bilirrubina elevada, refletindo o impacto na medula óssea e outros órgãos. O diagnóstico envolve exames de sangue, mielograma, biópsia de medula óssea e avaliação de marcadores moleculares. Os tratamentos principais incluem quimioterapia, terapia alvo e, em alguns casos, transplante de medula óssea, visando controlar a doença e melhorar a qualidade de vida. A detecção precoce e o acompanhamento contínuo são essenciais para o manejo eficaz e para aumentar as chances de cura.
