A leishmaniose é uma doença parasitária transmitida por flebótomos, commonly conhecidos como mosquitos-palha. Ela pode apresentar formas cutâneas, mucocutâneas ou viscerais, dependendo da espécie do parasita envolvida e da resposta imunológica do indivíduo. Os sintomas variam: lesões cutâneas ulceradas, febre prolongada, perda de peso, anemia e fadiga, especialmente nas formas viscerais. O diagnóstico é feito por métodos laboratoriais como a pesquisa do parasita em amostras de tecido, testes rápidos e sorológicos. O tratamento geralmente implica o uso de medicamentos específicos, como antimoniais pentavalentes ou combinações terapêuticas, além de cuidados de suporte. A prevenção envolve o controle dos vetores por meio de uso de repelentes, telas em ambientes internos, eliminação de criadouros e campanhas de saúde pública para reduzir a incidência da doença.
