A sífilis não-venérea refere-se a formas específicas de infecção por Treponema pallidum que não são transmitidas por contato sexual direto, incluindo a sífilis congênita ou adquirida através de outras vias, como o contato com lesões infectadas. Essa condição, geralmente, apresenta sintomas variados dependendo da fase de infecção, podendo incluir lesões cutâneas, linfadenopatia, alterações ósseas ou neurológicas, além de manifestações sistêmicas. O diagnóstico envolve exames laboratoriais específicos, como testes treponêmicos e não-treponêmicos. O tratamento padrão é com antibióticos, especialmente penicilina, garantindo cura e evitando complicações graves. Medidas preventivas incluem a detecção precoce, o tratamento de contatos e a educação em saúde, contribuindo para o controle da doença e a redução da transmissão.
