A Síndrome de Turner é uma condição genética que afeta apenas meninas, caracterizada pela perda parcial ou completa de um dos dois cromossomos sexuais X. Essa alteração genética resulta em várias manifestações clínicas, como baixa estatura, queixa comum, problemas cardíacos, rinofaringe estreita, e alterações ovarianas que podem levar à infertilidade. O diagnóstico é muitas vezes feito na infância ou adolescência através de exames genéticos, como cariótipo. Além de tratamentos hormonais, como terapia de reposição de estrogênio, há ajustes educativos e acompanhamento multidisciplinar para melhorar a qualidade de vida. A prevenção exata não é possível, pois a síndrome resulta de eventos aleatórios na formação dos cromossomos, mas o aconselhamento genético pode ajudar famílias com histórico. O suporte psicológico e monitoramento contínuo são essenciais para o manejo adequado.
