As malformações congênitas da mama envolvem alterações estruturais presentes desde o nascimento, podendo afetar o desenvolvimento normal do tecido mamário. Essas condições podem variar desde assimetrias, hipertrofia ou hipoplasia, até anomalias mais complexas como septos mucosos ou alterações na posição da mama. Geralmente, são identificadas na infância ou adolescência, muitas vezes motivando preocupações estéticas e funcionais. O diagnóstico é realizado por avaliação clínica detalhada e, em alguns casos, através de exames de imagem como ultrassonografia ou mamografia. O tratamento contempla abordagens cirúrgicas de correção ou reconstrução, além de acompanhamento psicológico, se necessário. A prevenção é limitada, mas a detecção precoce e o acompanhamento multidisciplinar garantem melhores resultados para a qualidade de vida da pessoa afetada.
