O Parkinsonismo secundário refere-se a um conjunto de sintomas semelhantes aos da doença de Parkinson, como tremores, rigidez muscular, bradicinesia e alterações posturais, que ocorrem devido a uma causa identificável distinta da neurodegeneração primária nesta condição. Pode resultar de exposições a toxinas, medicamentos, trauma craniano ou outras doenças neurológicas. Os sintomas costumam ser similares aos do Parkinson clássico, mas geralmente aparecem de forma aguda ou progressiva após fatores desencadeantes. O diagnóstico é feito através de avaliação clínica detalhada e exames de imagem, como ressonância magnética, além de análises laboratoriais para excluir causas secundárias. O tratamento pode incluir a suspensão de medicamentos causadores, uso de medicamentos antiparkinsonianos e terapias de suporte. A identificação precoce e a gestão adequada são essenciais para melhorar a qualidade de vida, com medidas preventivas voltadas à redução de exposições tóxicas e ao uso racional de medicamentos.
